Compartilhar Wi-fi constitui exploração de atividade de provedor de internet.NOT

06fev11

Em muitas ocasiões, o Direito não anda de mãos dadas com a Justiça; quando isso ocorre, defendo ferrenhamente que esta última permaneça, já que enquanto ela é uma aspiração universal, ele é apenas um conjunto de regras escritas e não escritas que hipoteticamente falando, tornaria a primeira mais próxima dos seres humanos.

Gostaria de convidar o leitor a imaginar algumas situações hipotéticas: aqui em São Paulo, a Telefônica inclui na tarifa de manutenção 400 minutos de voz; se eu quiser colocar uma extensão da minha linha na casa do vizinho, para com ele compartilhar esses 400 minutos, estarei fazendo algo errado?

Imagine então que o serviço de água e esgoto fosse também por ‘quotas’, você pagaria uma tarifa básica e teria direito ao consumo de uma quota mensal de 500.000 litros de água; se você resolver abrir uma torneira na parece da casa de seu vizinho para com ele compartilhar essa quota de água, estaria fazendo algo errado?

Por vários motivos, aqui no Brasil temos um dos mais caros e lentos serviços de Internet; o que a torna inacessível para várias classes sociais, por este motivo, algumas pessoas resolvem dividir o produto e a conta. Muitos condomínios instalam um telefone fixo em suas portarias, requerem a instalação do Speedy nele e depois, por meio de roteadores espalhados pelo prédio todo, dividem o sinal (e o custo) por todos os condôminos.

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