Mais um que usava recursos públicos para fins particulares foi condenado

03nov08

casa em construção

Há uns dias atrás assisti a reportagem do CQC (Custe o que custar) que denunciava a existência de não só funcionários fantasmas como uma Secretaria toda, de uma prefeitura de um município no Estado de São Paulo. Dita secretaria chamava-se ‘Secretaria Municipal de assuntos religiosos’ (dá uma olhada no nome) e, a bem da verdade, servia apenas e tão-somente como cabide de empregos para funcionários que, pagos pelo contribuinte municipal, trabalhavam no escritório pessoal de um deputado estadual.

Todo mundo já sabe que a Constituição determina que para ser funcionário público é necessário que a pessoa preste um concurso de provas e títulos, concorrendo com candidatos de toda a sociedade. Só que, como diz o ditado, ‘feita a lei, feita a fraude’ e é bem comum (infelizmente) o desvio de finalidade.

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