Da Gratuidade da Justiça

06jun08

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Diz-se que é o Direito a Ciência do ‘dever ser’ e não a Ciência do ‘ser’, pois ela, ao prescrever (por meio de um conjunto de normas escritas e não escritas que a compõe), regras às quais os homens tem de ajustar seus comportamentos, não busca ela descrever o mundo ou o homem como eles são, antes descrevem como eles ‘deveriam ser’.

O mundo cultural é tão mutável quanto seu criador (o homem), como no exemplo de Shelley, a criatura (monstro) encontra em seu criador (Dr. Frankestein) sua razão de ser, seguindo em seu encalço por toda a parte.

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