Meio Ético & Finalidade Ética

12abr08

o embate entre o ‘que eu quero’ com ‘o que eu devo’

Introdução
Quando pensava em como iniciar a presente postagem, um texto de Enrico Ferri me veio à mente, trata-se de parte de um discurso de defesa num julgamento (do caso de Tullio Murri, no ano de 1905):

…A própria caridade pode ser torpe, se for torpe o móbil que a determina, se quem pratica a caridade o faz para corromper o beneficiado, por vaidade, no desejo de conquistar louvores ou tendo em vista interesses indiretos e pouco nobres. A caridade só é sublime manifestação do sentimento de fraternidade humana, quando o móbil é sincero…”

Reconheço que aparentemente a frase trazida à baila não guarda relação com o escopo da postagem. Todavia, estamos, por hora, num mundo de aparências, mas lentamente sairemos da caverna.

É a presente uma resposta aos questionamentos de um jovem bardo e dos debates com um velho bardo ; o primeiro pediu expressamente ao comentar a postagem do cachorrinho, o segundo me levou à uma reflexão quando discutíamos o livro “Super-heróis e a filosofia” de William Irwin (especialmente o tópico sobre o Superman).

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