Guillermo Vargas Habacuc: crueldade contra animais

03abr08

Guillermo Vargas Habacuc, um monstro!

No ano de 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, pegou um cão abandonado na rua prendeu-o em uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e deixou o pobre animal ali para que morresse lentamente de fome e sede:

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28 Responses to “Guillermo Vargas Habacuc: crueldade contra animais”

  1. 1 Bruno Cachullo

    É isso aí Haddammann. Cara, tu é feroz. Seja ÚTIL assim sempre, rapaz. Só assim é que notamos como podemos ser enfileirados como tontos bobinhos por qualquer um. Obrigado pela informação dos 42 anos! Eu não sabia mesmo. Putz! E aquela reportagem da “Negação” do jornal O Globo, tudo a ver. Entendi tudinho o que vc quis dizer como podemos ser hipócritas sem perceber. A feiúra está aí sim, e vc vem assinalando coisas que não percebíamos. Concordo sim, usam e usaram nossa comodidade em forma, digo até, de covardia. Estamos muito aquém do grau de percepção que vc aponta para nos reerguermos em melhor Sociedade. Mas noto que podemos nos esforçar. Valeu.

  2. Haddamann:

    “…Por que não se abordou a exposição de outra maneira? Será que os comentários seriam os mesmos? Ouve indução às respostas?…”.

    Abordei da exposição da forma que achei mais conveniente e de acordo com meus valores éticos e morais.

    Se os comentários seriam os mesmos, se eu houvesse abordado a exposição de outra forma, não te posso responder. Se respondesse, estaria especulando.

    Não busquei induzir resposta alguma

    Por fim: SE VC NÃO CONCORDA COM O MODO COMO ABORDEI A QUESTÃO, SE DESEJA DAR OUTRO ENFOQUE À ELA, O MAIS ADEQUADO SERIA QUE VC CRIASSE UM BLOG, ASSIM PODERIA FZÊ-LO COM TOTAL LIBERDADE E ATRAIRIA COMENTÁRIOS E COMENTADORES QUE ESTIVESSEM MAIS AFINADOS COM SUA PROLIXIA.

    Não gostou? Não volte. Estou bem cansada de responder à tuas formulações imensas e destituídas de coesão e continuidade.

    Ciao.

  3. 3 haddammann Veron

    Como recurso explicativo gostaria de indicar a postagem no blog Ateus do Brasil: Drauzio Varella Fala Sobre Ser Ateu.
    Um vídeo bem interessante, diz muito em poucas palavras.
    Vou por aqui … pareço ser extenso, mas o fato é que é tanto o que tenho que descrever, e as condições em que me encontro são de tão tamanha premência (diante do que vejo ser quase impossível minorar o colapso, o desastre, sócio-psicológico que mina terrivelmente uma esmagadora quantidade de indivíduos na sociedade brasileira, mais amplamente, em nossa espécie), que entrelaço o máximo possível os eventos, de uma maneira sumária, para que a mente mais preparada lance-se em mais acurada reflexão sobre referências que deixo para que tenhamos como discernir num trecho-episódio ou num contexto com vários correlacionamentos o que pode colocar-nos em condições perceptivas mais apropriadas para solucionar problemas sociais seríssimos com que estamos nos deparando.
    42 anos é o tempo noticiado (em muitos jornais – ano passado) como PONTO DE NÃO-RETORNO pelos que estudam as condições de sustentamento do equilíbrio eco-ambiental do nosso Planeta.
    Para começar, apenas uma coisa: não gosto de rótulos, assim como não gosto da mania de se estereotipar as pessoas (como por ex., quando dizemos a idade, parece que depois disso, a pessoa “não pode isso”, “não pode aquilo”, etc.), a discriminação rola solta. Assim, vou repetir: não sou ateu, não sou agnóstico, não sou religioso; tenho uma reflexão minha, exclusivíssima que rarissimamente falo um mínimo com alguém ( e mesmo se prezo muito) sobre Sabedoria, Consciência, Vida, Universo, Ciência e Reverência, consoantes a princípios, leis, diretrizes e conceitos, muito bem especificados e categorizados – que geram um capricho tendente à ordem mesmo em meio ao mais dramático caos.
    Mas uma coisa é definitivamente importante para mim: O Sentimento. Porque em suma, humanisticamente falando, o próprio fenômeno afastar-aproximar presente em tudo na Natureza é como se fosse o “sentimento” (o cerne do ir e vir) das espécies de mínimas unidades existenciais que formam a intimidade lógica das estruturas nucleares. É por isso que sempre estou evitando ser espancado por o que tenho estado a falar. Os religiosos se incomodam. Viram bem o que isso significa. E instavam os estudantes a não ler a exposições que eram feitas nas escolas sobre a Lógica Espacial (que serviu à elaboração da Cenografia-Show Passos da Natureza- Brasil).
    Daí, por sentimento vivenciado, um caipira dos brejões poderá dizer muito mais sobre um fato vital à sobrevivência do que diria um erudito de conhecimentos literários. Não dou azo a misticismo algum aqui, mais claro, isto não implica misticismo. Ciência em forma rudimentar? Sem dúvida. Exemplo 1: O caulezinho de capim mastigado pelo caipira e o raminho mastigado pelo corredor. Exemplo 2: Os indígenas americanos sabiam muito bem (não só por sentinelas) que uma cavalaria se aproximava e a surpreendia. Como? Transmissão das ondas de som pelo solo.
    Desse modo, não me posiciono para sugestionar ninguém ao meu modo de pensar (porque o pensar diferente é condição do aporte cognitivo do ser humano e até prazer da comunicação). Antes, penso que cabe-nos, sim, lembrarmos que fazer consonância com parâmetros de aceitabilidade dentro de nossos pareceres nos dá margem de convivência (pacífica e/ou coerente).
    O que as feminas precisam ver é o modo como os “mandantes” estão fitados nelas para criar uma bolha de ilusão de que de fato estão pensando na plena estatura delas na Sociedade, quando estão mesmo é engambelando-as certos de que terão êxito criando uma nova versão da “rainha do lar”. Temem o potencial da mulher; e o cão (a simbiose com o cão) está sendo usado(a) maquinalmente para isso. Não há espaço e oportunidade para tal delicadeza do assunto. Mas perceber nuances é tudo agora, neste momento, para todos nós que temos, temos, de melhorar a Sociedade.
    Então perceba isso: Será que se nos víssemos por uma perspectiva mais evoluída perceberíamos que é uma covardia o modo que obrigamos ou fazemos parecer “bonitinha” uma escravidão que impomos a um cão para o termos como bibelô ao gosto de nossa vaidade? Esquecendo que um cão é um ser vivo e o seu convívio conosco força-o a um habitat não próprio, e isso, nos traz custo biológico, e nos indicia por cativeiro por adulação? Não é bem assim também a gaiolazinha bonitinha dos passarinhos? Esmurramos até bebês se chorarem, ou jogamos crianças pelas janelas; mas cedemos e saímos fácil na chuva por nossos queridinhos cãeszinhos (que de tal jeito já perceberam – como qualquer animal percebe – nossa fraqueza, que chegam a imitar bebês chorando; é meio fantasmagórico ver isso; causa repugnância). Sem falar no vício ao cheiro do cocô. Quem tem coragem de dizer isso, sem ficar na berlinda de pessoa mauzinha? Mas temos sim de pensar sobre isso. Como já disse, não estou aqui pra brincar. Hoje é sábado, bonito, de praia; os cãeszinhos tão lindos, mas as pessoas estão … sinceramente … Conheço orlas de praias em que via pessoas lindíssimas, muitas e muitas; mas dê uma olhada agora. Fato é fato. E é preocupante e decepcionante. Que se dane? Não acho que seja assim. Sou pelo romance da vida, sempre vivi por isso e pra isso; não vou me conformar com um mundo ruim pra vida humana.
    Parece brincadeira da vida, mas ontem estive (ou tenho estado) numa situação pior do que a desse cachorro da postagem.
    Pergunto-me então, de tanto falarem de ética (Não estou defendendo a exposição, desde o início não me dispus a isso, mas procurei outro mérito, tipo: o que se pode extrair desse troço?)
    Por que não se abordou a exposição de outra maneira? Será que os comentários seriam os mesmos? Ouve indução às respostas? Já que nenhuma pessoa se prontificou a conversar com o expositor e dialogar com ele para até fazer uma coisa que alguns poderiam ter feito? Como, por exemplo: posso adotar esse cão? Não é suficiente que ele fique só por uns dois dias aí? Até porque penso em quanto tempo durou essa exposição. Eu mesmo tenho ficado muitos e muitos dias sem comer, e há até físicos que podem comprovar isso (não é engraçado?). Esqueci dum detalhe: Desde 2002 reveso dias de ter o que comer e dias que a canalha descobre onde estou e começa o que nem é bom falar. Sei o que é dormir na chuva, no paralelepípedo, com muita fome, muita fome mesmo. E ainda estou aqui, escrevendo isso. A firmeza jurada por uma criança pode ser algo extraordinário.
    Desabafo: Ontem quase que mato pessoas, até do que considerava meu próprio sangue, tamanha a desgraça da desfaçatez e canalhice da perseguição religiosa. Estou com uma vida completamente rodeada, espreitada, injuriada, e não há como reverter. A sociedade não tem parâmetros que lhe dê norteamento para perceber. Perdi-me em gritos, vãos; estarrecido, diante da pavorosa farsa do monstro hipnotizador de pessoas (que as faz entrar nas bocarras abertas sugadoras de vidas e dinheiro, mantendo-as alegrezinhas e covardemente coniventes com inimagináveis injustiças) é indescritível.
    Deixe isso aí se puder (Embora, noto que as pessoas ainda não se apercebam muito de que há muitas, mas muitas mesmo, pessoas agonizando com pressões insanas sobre seus negócios, profissões, vida amorosa, etc; por causa de religião).
    Será que ninguém notou que discussões como essa é que estão se tornando “muito inconveniente” aos que não querem que haja tais opiniões entre pessoas conscientes? Já que além de consciência se afiar com consciência, ainda dá oportunidade para motivar maiores graduações percepto-cognitivas?
    Enfim, assinalei que a simbologia do mito religioso que mais nos atormenta hoje foi calcada numa comoção baseada em nosso remorso, e de quebra, em nossa mania do que os sociólogos estão nomeando de “negação” (vide matéria no jornal o globo de 2 de dezembro de 2007 – Ciência/Saúde). Para finalizar: Onde é que se calca a besteira de “malhar o judas? E para pasmar: Onde se calca o “sofrimento” que faz uma pessoa passar pela obrigação constrangedora e espiã-chantagista do confessionário, instituída durante o regime nazista e gostosamente aderida pelas religiões mais nojentas e safadas?
    Sinto falta de tudo … mas enquanto puder vender um tênis para postar isso … assim vai ser …
    Por isso, muitíssimo obrigado.
    … Muito breve sei que precisarei de advogados de primeiríssima linha…

  4. Haddammann:

    Boa tarde!

    Se não couber, não importa, importa que você Fátima, saiba; mas se quiser compartilhar …

    Sempre tenho ouvidos abertos às idéias dos outros. Lá vamos nós…

    Vamos tomar o providencial post sobre Edward Lorenz no Ceticismo.net para categorizar a excelente oportunidade que este site abriu para um valioso esclarecimento sobre nosso modo de viver socialmente.

    Estou acompanhando…

    Ontem vi em mais uma motorista(acho que em SP chamam de condutora) de ônibus o carinho que elas têm pelos passageiros. Não adianta. Sou apaixonado por essa forma de arte viva que chamamos mulher.

    Se a mulher soubesse o quanto cativa por sua expressão e por sua palavra (ela exerce um prumo com ternura – não as que copiam os homens no mando), Hillary Rhodan Clinton seria Pres. dos EUA em dois estalos.

    Aqui em sampa é motorista mesmo, falamos ‘a’ motorista ou ‘o’ motorista.

    Quanto ao nosso propósito … mas há um discernimento um tanto profundo que a Femina precisa alcançar para atingir sua plena representatividade em nossa espécie em prol de nosso Planeta.

    Qual seria este discernimento ainda não obtido pela ‘feminina’ ? (discernimento este que a possibilitaria atingir sua plena representatividade da espécie em ‘prol’ de nosso Planeta)

    Isto aqui é uma dica, uma instrução, muito própria pra musa do Ceticismo.net

    E quem seria ela? Porquê posta aqui esta dica e não busca levar tal instrução diretamente à ela?

    não é uma crítica, é uma observação, é um dado pra nossa atenção; estou sendo bem enfático nisso, pela importância do que é preciso mostrar nitidamente; pois tem a ver com o tal “efeito borboleta” e com o que talvez seja a primeira menção sobre Ecologia citada pelo Cacique Seatle (EUA), quando começaram a “zonear” suas terras.

    …continue….

    A questão aqui prima por nossa atenção, e não me importo com as respostas inflamadas.

    Sou obrigada a discordar: vc se importa sim com as respostas, dado que até criticou uma das comentaristas da presente postagem.

    Também não estou aqui pra ser “bonitinho” pra ninguém, e dispenso categoricamente ser exemplo.

    Concordo, até mesmo pq, ‘bonitinho’ não passa de ‘um feio, melhorado’.

    Note-se: Quando foi feita a postagem procurou-se o artista para se obter o teor do que ele pretendia?

    Aqui prevejo que você defende a premissa que o ‘fim justifica os meios’, coisa com a qual discordo totalmente. A defesa de tal pressuposto fere minha ética pessoal, pois possibilita imensas distorções. Foi tal premissa que possibilitou abusos, verdadeiros horrores que vitimaram muitas pessoa, como, p.ex, prisioneiros de guerra sendo usados como cobaias para experimentos médicos. Veja a postagem homônima à presente http://palavrassussurradas.net/?p=13.

    Por quê? Porque a proposta da exposição deve ter passado por um leque de pessoas ligadas à Arte e/ou representantes dela.

    Isso não passa de uma suposição tua.

    O artista deverá ter em mãos um acervo de conclusões chegadas a partir da proposta da exposição (já que se trata de uma exposição ativa, e não explora o lúdico, mas sim o comportamento humano – e nesse ponto, por mais execrável que tenha sido, deu de mil no famoso BBB; pois nos afetou mesmo que a posteriori em ponto legítimo de nosso ser e não em nossa superfluidade). Tô poupando geral, ninguém precisa ficar emburrado.

    A mim pouco importam as conclusões que o dito ‘artista’ possui. Expurgo o uso de fim não-ético para o alcance de um suposto fim ético, seja ele qual for. Quanto ao BBB, não assisto porcarias. Quanto à poupar…poupar quem?

    No mínimo o artista deverá ter também anotações de comportamento, ou de porcentagens, ou de perguntas sobre o que (ele) estava apresentando. Isso (frise-se), se essa exposição não teve o fito apenas de desmerecer a Arte, o mundo artístico frente à opinião pública, como vem ocorrendo com episódios engendrados para desmerecer a Política, a Imprensa, e o Jurídico (de nosso país).

    Repito: pouco importa o que ele quis atingir, ele que buscasse OUTRO meio para tal.

    A princípio foi para isso que atentei quando li a postagem e as respostas das pessoas. E, podem ter certeza, se ele não tiver tais elementos em mãos, se ele não providenciou isso a priori, não é um artista, é definitivamente mais um esquisóide metendo o bedelho na Arte com a sanha de uns pulhas que já estamos fartos de saber quem são.

    Meu olhar foi diferente do teu, antes tentar imaginar os elementos que dito ‘artista’ tinha em mãos, eu VI o que ele fez com um ser vivo.

    Agora vamos à responsabilidade da postagem: Não há indicações de que se teria esses dados sobre o que o artista pretendia, a não ser o que nós todos individualmente poderíamos depreender.

    Assumo a responsabilidade pelo que postei. Possuo fundamentos éticos que podem sustentar meu desacordo com a exposição e ‘obra’ do artista. Sou capaz de responder juridicamente à qualquer lide que se estabeleça em decorrência de minhas opiniões (postadas neste sítio). Desnecessária qualquer advertência neste sentido.

    O que se tem é só uma declaração dele, usada de modo que acabou acalorando mais ainda os ânimos precipitados e a maneira apressada de levantar alaridos sem a reflexão devida – o que assinalei ser característica que tende à hipocrisia.

    Sobre ‘hipocrisia’, ‘coerência’ e ‘ad hominen’, recomendo um interessante debate ocorrido neste sítio aqui: http://www.orkutcidio.org/coerencia-x-ad-hominem

    Não livro ninguém, nem a mim mesmo, porque estamos “obrigados” a nos portar aqui e ali de um modo que se pudéssemos não faríamos.

    Discordo. Não me auto-determino tendo em vista tão-somente as obrigações inerentes à vida social ou o ‘olhar’ de outrem que, hipoteticamente falando, poderia emitir juízo de valor sobre minha pessoa. Kant definia que a verdadeira ação moral é aquela que não busca quaisquer benefícios ou evitar malefícios. O indivíduo age de forma correta por haver interiorizado determinados valores morais. Assim sou (confesso que não em todos os momentos de minha vida): faço as coisas certas tão-somente por elas serem certas.

    Ou ainda somos obrigados a nos omitir convenientemente frente a situações absurdas; ou alguém aqui ou ali duvida o quanto é difícil socialmente pôr-se como o time que citei (no comentário anterior) em defesa de coerência psicológica na Sociedade?

    Conhece a história do homem velho, do menino e do cavalo? Não se pode agradar a todos o tempo todo. O indivíduo que se auto-determine tendo em vista somente o juízo de valor de sua sociedade, acabará louco.

    Se fosse fácil, e não estivéssemos entre nós vivendo como cães raivosos não seria preciso evitarmos colocar a “cara” na reta. Nisso sei bem o que suporto todos os dias por colocar a minha (não há limites para as covardias que tenho que me esquivar por tudo que é lado; é insano; mas pelos meus comentários em vários sites (vide haddammann no google, ig, etc) pode qualquer um não hipócrita ter uma idéia).

    A menos que seja vc feito de açúcar, não sofrerá maiores danos por se colocar na chuva, não é?

    Então, o que indiquei aqui foi atinarmos para um estado pronto para reflexão a que não estamos educados (procurem em livrarias Os Sete Minutos de Irwin Wallace – não é sacanagem não; procurem Mente e Cérebro de Lauren Slater; procurem A Conspiração Aquariana – não é misticismo não – de Marilyn Fergusson. Encontramos? Por outro lado, o que se joga fácil na nossa mão?).

    Pularei esta parte…

    Portanto, só o que procurei conseguir foi reflexão dos que lêem, num Brasil que somos levados preguiçosamente a não ler, a ter leitura como tédio, como “coisa cansativa”.

    Nos tempos em que haviam outdoors em sampa, havia um da IOESP que me chamou a atenção. A propaganda dizia: ‘ o que leva uma pessoa, com um mínimo de inteligência, a não gostar de ler?’. E a resposta: ‘isso mesmo: um mínimo de inteligência’.

    É querer muito? Pode ser, mas preciso lembrar que só temos agora 42 anos pra fazer alguma coisa pela Terra, depois que nos sacaneamos e a sacaneamos bastante.

    Curiosidade: pq só 42 anos? O Planeta vai acabar depois disso?

    Assim, como tentar dizer a alguém que vive sob a aceitação e aconselhamento de que um cão é mais “amigo” que um ser humano, quando massivamente somos adulados,e, “treinados” a responder bobinhos a esses “aceites” (Essa então é outra questão complicada de se tocar, porque os interesses que querem que seja assim vão vir nos “socorrer” rapidamente e cheios de agrados aos nossos egos, para que a lástima de nosso estado civil continue acomodado).

    Um cão não é mais importante que um homem. Mas um cão possui vida, assim como o homem. Gosto de cães, se vc não gosta, me perdoe, mas o problema é seu.

    Só que o nosso estado degenerativo como espécie está frontalmente posto diante de nós, pelo que estamos fazendo num conjunto de absurdos que ferem dramaticamente não só a nós como civilização, mas o nosso Verdadeiro, e Digno, e Venerável Lar, a Terra.

    O que isso tem a ver com a exposição e os horrores nela praticados?

    Conclusão: Cabe-nos tirar a lição de como é, ou, em como foi calcada num ponto crucial de nosso modo de viver “educado” por um sistema canalha, a mais sórdida instituição (a religião católica, com suas modernas e deploráveis crias protestantes, sem ignorar os artifícios das outras) que está aí, e a farsa ignominiosa que hoje impera, subvertendo mentes, nossa mentalidade, impondo-nos um jugo horroroso, que nos afasta vertiginosamente do prumo de nossa estatura como seres vivos, como espécie consciente, como seres maravilhosamente constituídos pela vida, seres humanos. Cabe-nos pensar nisso e, melhorarmos, porque a Natureza compartilha a sua excelência e beleza com todos nós que nos dispomos e temos o aporte de vê-la … sempre … extasiantes.

    E o que isso tem a ver com a exposição mesmo?????

    Muitíssimo obrigado.

    Pelo quê????????

  5. 5 haddammann Veron

    Se não couber, não importa, importa que você Fátima, saiba; mas se quiser compartilhar …

    Vamos tomar o providencial post sobre Edward Lorenz no Ceticismo.net para categorizar a excelente oportunidade que este site abriu para um valioso esclarecimento sobre nosso modo de viver socialmente.
    H. Poincaré, Maxwell, Boltzmann, Gibbs, Lorenz, Tsallis, formam uma linha no Estudo do Caos; mas há um histórico complementar nessa linha.
    Um moço judeu que dava cabeçadas no RJ (mas com menos sorte do que o também genial Hans Donner que encontrou com a sagacidade empreendedora dum Boni/Globo), no período de Feynmann e Lattes e Mário Schenberg (este, cultivador da Casa das Rosas-SP), foi deveras o introdutor dos inusitados conceitos que abriram mesmo a visão do ser humano para o estudo do Caos, e um outro escritor-divulgador-científico, por excelência, chamado James Gleick.

    (Tenho deveras dívida com o nome desse moço pois não posso arriscar postá-lo só de memória, muitos de meus acervos não estão comigo, mas com certeza no Centro Cultural São Paulo há livros que o citam, acho que da Gradiva).

    Ontem vi em mais uma motorista(acho que em SP chamam de condutora) de ônibus o carinho que elas têm pelos passageiros. Não adianta. Sou apaixonado por essa forma de arte viva que chamamos mulher.

    Se a mulher soubesse o quanto cativa por sua expressão e por sua palavra (ela exerce um prumo com ternura – não as que copiam os homens no mando), Hillary Rhodan Clinton seria Pres. dos EUA em dois estalos.

    Quanto ao nosso propósito … mas há um discernimento um tanto profundo que a Femina precisa alcançar para atingir sua plena representatividade em nossa espécie em prol de nosso Planeta.

    Isto aqui é uma dica, uma instrução, muito própria pra musa do Ceticismo.net; não é uma crítica, é uma observação, é um dado pra nossa atenção; estou sendo bem enfático nisso, pela importância do que é preciso mostrar nitidamente; pois tem a ver com o tal “efeito borboleta” e com o que talvez seja a primeira menção sobre Ecologia citada pelo Cacique Seatle (EUA), quando começaram a “zonear” suas terras.
    A questão aqui prima por nossa atenção, e não me importo com as respostas inflamadas. Também não estou aqui pra ser “bonitinho” pra ninguém, e dispenso categoricamente ser exemplo.

    Bem, vamos lá …

    Note-se: Quando foi feita a postagem procurou-se o artista para se obter o teor do que ele pretendia?
    Por quê? Porque a proposta da exposição deve ter passado por um leque de pessoas ligadas à Arte e/ou representantes dela.
    O artista deverá ter em mãos um acervo de conclusões chegadas a partir da proposta da exposição (já que se trata de uma exposição ativa, e não explora o lúdico, mas sim o comportamento humano – e nesse ponto, por mais execrável que tenha sido, deu de mil no famoso BBB; pois nos afetou mesmo que a posteriori em ponto legítimo de nosso ser e não em nossa superfluidade). Tô poupando geral, ninguém precisa ficar emburrado.

    No mínimo o artista deverá ter também anotações de comportamento, ou de porcentagens, ou de perguntas sobre o que (ele) estava apresentando.

    Isso (frise-se), se essa exposição não teve o fito apenas de desmerecer a Arte, o mundo artístico frente à opinião pública, como vem ocorrendo com episódios engendrados para desmerecer a Política, a Imprensa, e o Jurídico (de nosso país).

    A princípio foi para isso que atentei quando li a postagem e as respostas das pessoas. E, podem ter certeza, se ele não tiver tais elementos em mãos, se ele não providenciou isso a priori, não é um artista, é definitivamente mais um esquisóide metendo o bedelho na Arte com a sanha de uns pulhas que já estamos fartos de saber quem são.

    Agora vamos à responsabilidade da postagem: Não há indicações de que se teria esses dados sobre o que o artista pretendia, a não ser o que nós todos individualmente poderíamos depreender. O que se tem é só uma declaração dele, usada de modo que acabou acalorando mais ainda os ânimos precipitados e a maneira apressada de levantar alaridos sem a reflexão devida – o que assinalei ser característica que tende à hipocrisia.

    Não livro ninguém, nem a mim mesmo, porque estamos “obrigados” a nos portar aqui e ali de um modo que se pudéssemos não faríamos. Ou ainda somos obrigados a nos omitir convenientemente frente a situações absurdas; ou alguém aqui ou ali duvida o quanto é difícil socialmente pôr-se como o time que citei (no comentário anterior) em defesa de coerência psicológica na Sociedade? Se fosse fácil, e não estivéssemos entre nós vivendo como cães raivosos não seria preciso evitarmos colocar a “cara” na reta. Nisso sei bem o que suporto todos os dias por colocar a minha (não há limites para as covardias que tenho que me esquivar por tudo que é lado; é insano; mas pelos meus comentários em vários sites (vide haddammann no google, ig, etc) pode qualquer um não hipócrita ter uma idéia).

    Então, o que indiquei aqui foi atinarmos para um estado pronto para reflexão a que não estamos educados (procurem em livrarias Os Sete Minutos de Irwin Wallace – não é sacanagem não; procurem Mente e Cérebro de Lauren Slater; procurem A Conspiração Aquariana – não é misticismo não – de Marilyn Fergusson. Encontramos? Por outro lado, o que se joga fácil na nossa mão?).

    Portanto, só o que procurei conseguir foi reflexão dos que lêem, num Brasil que somos levados preguiçosamente a não ler, a ter leitura como tédio, como “coisa cansativa”. É querer muito? Pode ser, mas preciso lembrar que só temos agora 42 anos pra fazer alguma coisa pela Terra, depois que nos sacaneamos e a sacaneamos bastante.

    Assim, como tentar dizer a alguém que vive sob a aceitação e aconselhamento de que um cão é mais “amigo” que um ser humano, quando massivamente somos adulados,e, “treinados” a responder bobinhos a esses “aceites” (Essa então é outra questão complicada de se tocar, porque os interesses que querem que seja assim vão vir nos “socorrer” rapidamente e cheios de agrados aos nossos egos, para que a lástima de nosso estado civil continue acomodado). Só que o nosso estado degenerativo como espécie está frontalmente posto diante de nós, pelo que estamos fazendo num conjunto de absurdos que ferem dramaticamente não só a nós como civilização, mas o nosso Verdadeiro, e Digno, e Venerável Lar, a Terra.

    Conclusão: Cabe-nos tirar a lição de como é, ou, em como foi calcada num ponto crucial de nosso modo de viver “educado” por um sistema canalha, a mais sórdida instituição (a religião católica, com suas modernas e deploráveis crias protestantes, sem ignorar os artifícios das outras) que está aí, e a farsa ignominiosa que hoje impera, subvertendo mentes, nossa mentalidade, impondo-nos um jugo horroroso, que nos afasta vertiginosamente do prumo de nossa estatura como seres vivos, como espécie consciente, como seres maravilhosamente constituídos pela vida, seres humanos. Cabe-nos pensar nisso e, melhorarmos, porque a Natureza compartilha a sua excelência e beleza com todos nós que nos dispomos e temos o aporte de vê-la … sempre … extasiantes.

    Muitíssimo obrigado.

    Haddammann Veron Sinn-Klyss

  6. Haddaman:

    Bom-dia!

    De teu extenso comentário, separei os seguintes pontos:

    a) associas todos os comentários efetuados nesta postagem à hipocrisia; a ação do ‘artista’ serviria como um espelho, refletindo a ignomínia humana que todos nós possuiríamos. Não concordo com isso, se conheces o ‘personalismo’ entenderás que, não obstante possuirmos características que nos tornam semelhantes, não somos, todos os humanos EXATAMENTE IDÊNTICOS e a atrocidade refletida na ação de um homem, não obstante jogar lama em toda a raça, não pode ser imputada a todos os indivíduos e aqueles cujos comentários demonstram revolta contra tal ato não são hipócritas.

    b) ao associar a’revolta’ contra o ato do ‘artista’ (refletida nos comentários) como um ato de auto-preservação (expurgamos o ato deles para pouparmos a nós da reprimenda que mereceríamos), mencionas que uma ‘moça’ (comentarista ou postadora, sabe-se lá, não ficou claro), experimentou um pouco do pseudo-poder dos líderes religiosos que explorariam esta ‘falha humana’ para a manipulação das massas. Discordo. Não tendo você a capacidade de conhecer o íntimo de cada um, não poderia afirmar que dita ‘moça’ não sentes uma revolta genuína.

    c) A liberdade de expressão permite, entre outras coisas, que você comente no presente sítio.

    ::::::::::

    E, finalizando, ao referir-me à você utilizando a palavra ‘meio’, tive a intenção de brincar e não ofender. Se não logrei êxito na primeira e esbarrei na segunda, peço desculpas.

    Abraços!

  7. 7 haddammann Veron

    “Meio doido” … (resposta: comentário dum comentário da exposição que utilizou um dos milhares de cachorros e seres humanos jogados nas ruas).

    Para desapontamento de uns, a Natureza não fez-me “meio”, fez-me inteiro mesmo … .
    Se houver a grandeza e o perfil humano necessário pra perceber; a oportunidade é essa.
    Tanto lá naquela pequena região onde algum episódio estranho ocorreu (no meridiano do tempo) e que conturbou de vez o Império Romano, quanto num pequenino site, surge a chance de o ser humano olhar-se de uma maneira beeemmm extraordinária.
    É o que vamos ver …
    E um time que considero autênticos no esforço de seus méritos (Abbadon, André, T. Rex) pode definir de vez sua competência colocando sua percepção à toda prova.
    Vou repetir. Temos uma extraordinária chance aqui nesta postagem/comentários de nos olharmos e nos vermos de uma maneira que nunca tivemos uma oportunidade assim tão apropriada, sem precisarmos de uma tragédia de cair o mundo. Tem algo aqui de um cerne tão que serve demais ao jurista, ao psicólogo, ao sociólogo, e nós que temos dia-a-dias tão atarefados que não nos damos conta de prestarmos atenção em nós mesmos.
    Pareceu-me, assim por alto, que houve na interpretação do comentário que fiz a impressão de que se estava criticando o povo judeu.
    Antes vamos tomar um pouco de água com açúcar …
    09:05 da manhã, Ibirapuera (SP). O ar parece fremir levemente com os gestos calmos e suavizados dum grupo de Tai Chi Chuan; então uma figura esquisóide com um baita cachorro passa e, pára quase em frente ao grupo, o cão pisa e repisa um canteiro com um placa escrita: begônias recém-plantadas – cuidado. Depois ele vai e faz um monte bem bonito e enroscado e de um perfume agradabilíssimo. Alguém diz: “Puxa, assim fica difícil!”. A figura num ar de tremenda dona do mundo rebate na mais excelente educação: “Não gostou? Come.”
    Todos ali eram eximiamente treinados para “sossegar leões”, mas ficaram impactados diante daquela magnífica aberração cívica. Ali se podia cantar o pau, mas preferiu-se deixar pra lá, afinal às vezes faz mal até encostar em coisas assim.
    Precisamos nos aperceber que cães, passarinhos, são seres vivos, e há custo biológico em qualquer cativeiro ou simbiose, por mais lindinho(a) que for.
    Mais um pouquinho de água com açúcar …
    Entre 1998 e 2004 uma garotinha foi seqüestrada e uma lista imensa de pessoas varou a Internet repassando a mensagem desesperada da mãe implorando que fizéssemos alguma coisa, divulgássemos, repassássemos.
    Eram umas dez horas da noite quando abri a caixa de e-mail, e tava lá a aflição da mulher, a foto da garotinha e informações do acontecimento.
    Das dez às 02:00h da madrugada o Pensador se aplicou no que podia ser feito em imediatíssima urgência. E assim que definiu informações táticas que podiam ser executadas com uns seis telefonemas pela pessoa que enviou o e-mail, completando mais umas quatro horas de empenho civil de pessoas influentes (a menina era de família judia e com alguma influência na área jurídica) reenviou-se o e-mail indicando que poder-se-ía instaurar um tal engate de pressão que poderia culminar no encontro da menina. E o que se deu? Um e-mail resposta severo indicando que “damos um pouco de atenção às pessoas (amigas, frize-se), mas não podemos deixar os episódios interferirem em nosso dia-a-dia; em suma, em nossas vidas (“polidas” ou filhadaputamente ao descaso ou à “paz” com botão liga-desliga de todos de cabeçinhas formatadas). Uma beleza de reprimenda. A mãe da menina por certo concordaria felicíssima. E o Pensador sentiu-se meio patético, meio doido.
    Agora … Vamos brincar de cobra-cega? …
    No que a postagem do site focou temos o que podemos chamar de exposição-espelho. Ela refletiu o descaso. Observe-se beeemm.
    E, agora é que são elas …
    E, nos comentários se refletiu a hipocrisia. (Não tem outro jeito, não posso amainar isso aqui, tem algo muito no nosso íntimo que quero atingir, é onde nos pegaram há muito tempo, e estão nos destroçando de vez agora). E é onde as religiões, todas, se tornaram corrosivas por nos esconder de nós mesmos e afastar-nos da consciência, adulando-nos e explorando nosso pronto sossego de cinismo, e lucrando com nossa vaidade escondida em nossas feitinhas máscaras de hipocrisia.
    E, um certo pedantismo refletiu-se o gostinho que vem da pseudo-autoridade de se mover um ou qualquer botão de comoção social.
    Observem. Observemo-nos. Por que é aqui mesmo que está a chave de compreensão do que aconteceu lá naquela região do oriente médio, e a manipulação que procedeu ao daninho quadro psicológico que maltratou muito nossa civilização.
    Vê quem quer. Nos doemos todos quando nos foi mostrada/citada a cena da exposição por alguém. Mas quem perguntou mais que meramente o por quê da cena (da e na exposição)? Ora, ela é chocante. E nos causa mal-estar (vista depois: notem como nos alvoroçamos; “nós não somos assim”). E reagimos violentamente contra o expositor, e nos poupamos. Essa é a hipocrisia. Uma vez atiçada ela pode ser manipulada. Os “ministruzinhos”com suas manhas teológicas e pastores e padres sabem exatamente como manobrar isso; e uma moça da postagem sentiu mesmo um pouquinho dessa pseudo-autoridade; na ocorrência inflamada dos comentários.
    Aqui é que é necessária a nossa grandeza de simplicidade. A que os fanáticos e os soberbos não chegam, nem se forem sacudidos. Sejam eles quem for.
    Será que conseguimos ver? Aí está o ponto em que danaram e danam nossa Sociedade. Em que cometemos os maiores absurdos porque temos os ouvidos pra escutar o que é daninho e um embaçamento nos olhos que não nos deixa ver nada com consciência.
    No episódio que não sabemos se foi um levante instruído por lições dos anciãos contra a escravidão e pulhismo no Império Romano ou por um homem que tenha declarado essas lições visivelmente inferidas em reminiscências que passam pelos Egeus, por Ur, pela China, pelo Egito, etc.; e que infelizmente não chega a nós como Sabedoria de nossa ancestralidade, mas como ferramenta de manipulação psicológica (com total desvirtuamento de diretrizes instrutivas – e que são largamente distribuídas mas nos chegam em formato de violenta coerção psicológica, tornando-as inibitórias, escravizadoras, com um altíssimo poder destrutivo da emanação de liberdade que norteia o ser humano).
    Então, é aqui que pergunto ao time-suporte que citei lá em cima, e pergunto às pessoas que se consideram mesmo humanas: Será que não é hora de pesquisar, com a competência que temos agora as reminiscências de nossa Sabedoria, e mostrar em autênticos tratados os nossos dados antropológicos no que concerne à Sabedoria da nossa espécie? Para assim abrirmos de vez a inteireza da Ciência em prol de nosso bem-viver? Porque a Natureza tem um capricho insuplantável: mesmo que nos destruíssem a Biblioteca de Alexandria e muitos acervos imprescindíveis como os de Mendel (Bio-Genética), temos agora instrumentos magníficos como a Internet (vejam como o orkut e a rede bloguista reúne em um só acervo, vídeos, fotagens, idéias geniais, simplórias, etc).
    Estamos num momento tão crítico da história humana que não podemos nos dar ao luxo de evitar que aqui ou ali nos cubram de pauladas, e, podemos pensar um pouco para não agirmos igualzinho aos playboys descritos por Gabriel Pensador, que na falta completa de reflexão se irritam com índios, ou agora bonitinhos “educadinhos” se irritam com a liberdade de comunicação como detectou o T. Rex.
    Por isso insisti …”Lá em casa tem um poço, MAS a água é muito limpa”(R. Russo)
    Haddammann Veron Sinn-Klyss

  8. 8 thais gomes

    esse idiota deve ser amarrado com uma corrente sem comer e sem beber água.

  9. 9 yo

    MALDITO HIJO DE PUTA!!!

    LO HABRÁ PARIDO UN MONSTRUO POBRE DE ÉL, SU FAMILIA, SU ENTORNO :S…

    BUENO REALMENTE NO ENTIENDO COMO SE PUDO PERMITIR TAN HORROROSO ACTO DE TORTURA REALIZADO POR “SERES PENSANTES” (se supone). PARECIERA QUE MILES DE PERSONAS QUE ATACAN EL MALTRATO ANIMAL POR INTERNET SOLO ESTUVIERAN PERDIENDO TIEMPO, PORQUE EN EL MOMENTO EN QUE SE DEBE ACTUAR NO LO HACEN.

    MMM MILES DE COSAS PASAN POR MI CABEZA EN ESTE MOMENTO, RABIA ES EL SENTIMIENTO QUE ENSUCIA MI CORAZÓN CUANDO VEO TANTA MALDAD Y MIDÓ LOS ACTOS DE LA MENTE HUMANA… SI ENTENDIERAN QUE LOS ANIMALES SON CAPACES DE SENTIR MIEDO, CARIÑO, DOLOR IGUAL QUE NOSOTROS LO HARIAN? DIGO SI ENTENDIERAN PORQUÉ DEMÁS QUE LO SABEN PERO LO ENTENDERAN, CREO QUE SI LO HICIERAN TAL VEZ SU CORAZON, SU MENTE, SU ALMA PODRIA TOMAR CONCIENCIA Y DEMOSTRAR QUE PENSAMOS.

    ESO SERIA, TENGO MIL COSAS MAS QUE EXPRESAR PERO SI SIGO ENSUCIANDO MI ALMA DE ESTA MANERA CON SENTIMIENTOS QUE HARAN MI VIDA MENOS FELIZ, PREFIERO NO HACERLO… CREO EN DIOS Y SÉ TAMBIEN QUE ÉL NO QUIERE EN MI CORAZON ESAS COSAS. LAMENTO TAMBIEN LLAMAR HIJO DE PUTA A AQUEL HOMBRE… MMMM SIN COMENTARIOS HACERCA DE ESO (perdon Dios).

    Bye.

  10. 10 felipe

    panaca nunca vi arte, baseado em crueldade .;.;.;.;.;.;.;.;;
    e como pessoas podem ir ver essa droga de arte.
    é só o que eu penso /

  11. Gostaria eu de agradecer imensamente a todos, só lamento profundamente que isso não trará o bichinho de volta à vida, mas fico feliz ao aventar a possibilidade de que dito ‘artista’ seja impedido de levar outros à morte.

    Grata…grandes beijos!

    🙂 😉 🙂

  12. Gostaria de parabenizar haddammann veron pelo excelente texto-comentário. Aforismos à parte, sua fluência e lucidez fizeram-me refletir em quanta gente legal, de cabeça espantosamente oxigenada visita a rede bloguista.
    Receba todo meu respeito e admiração. Minha amiga é mesmo digna de tal visita.
    Grande abraço.

  13. Valeu Leozinho. Já mandei para amigos em Portugal, em blogs que amam animais 🙂
    Beijos 🙂

  14. 14 Flávia

    A crueldade pertence só aos humanos. Jamais veríamos um animal a matar, estrupar, torturar, outro animal por puro prazer ou “arte”. Os animais que adquiriram esta crueldade gratuita foram incitados pelo humano. A maldade está no mundo dos homens “racionais” não no mundo dos animais “irracional”.

  15. 15 Nathalia

    Esse cara é um monstro!!!!
    Deviam fazer o memo com ele!!!!!!!!!!!!!
    Ou melhor, deviam fazer outros tipos de torturas contra essa ameba que se diz artista!!!!!

  16. Olá!

    => Tyrannus, minha mãe sempre diz ‘quem tem vergonha, não mete vergonha’, que significa: quem tem vergonha na cara, não passa vergonha nem faz os outros sentirem vergonha pelo seu comportamento. Mas isso está fora de moda, amigo, somos todos dinossauros em meio à uma selva de pedra que nos é inóspita. Obrigada pela visita e comentário.

    =>Leo e só, a Daisy tem sido incansável na divulgação desta atrocidade. Espero que a petição surta algum efeito. Obrigada pela participação.

    =>Haddamman, você continua meio doido, rapaz!

    =>Xicão, realmente, quando tomamos contato com tal violência, a primeira reação é um desejo grande de vingança (também senti isso), mas não é meu desejo alimentar tais sentimentos em mim mesma, isso me tornaria tão estúpido e grosseiro quanto o ‘artista’, mas entendo teus sentimentos.

    => Rosana, por certo que nosso conceito de arte não é compartilhado nem com o dito ‘artista’ nem com os organizadores daquela Bienal.

    =>Valquiria, veja bem: não sou absolutamente contra o uso dos animais, se, por exemplo, não tivéssemos a possibilidade de utilizá-los como fonte de alimento, dificilmente conseguiríamos produzir leguminosos suficientes para alimentar toda nossa espécie. Só acho que a crueldade, seja com eles, ou de qualquer outro tipo, é elemento totalmente dispensável. Obrigada por tua visita, amiga, espero que a postagem tenha algum efeito além de nos deixar indignados.

    Grande abraço a todos!
    😉

  17. 17 Valquiria

    Simplesmente horrível!
    Até qdo o homem se julgará superior a outras raças?
    Infelizes das pessoas que circularam pela exposição se achando importantes, intelectualizadas, fazendo parte de um circúlo de pessoas importantes, nada mais são que o refúgo de uma sociedade falída.
    Horrível……………não tenho nem palavras p expressar minha indignação, só peço a todos que aqui postarem p levarem adiante essa petição p seus familiares e amigos, impedindo esse “ser malígno” de continuar essa crueldade e vibremos por todos os animaiszinhos que sofrem no nosso planeta.

  18. 18 Rosana

    Arte? Com certeza não! Isso é uma insanidade.
    Isso é tortura. uma tremenda crueldade! Um ser indefeso debilitado…fico sem palavras para expressar o horror e a tristeza q sinto diante de tamanha crueldade. Imagine o q essa pessoa seria capaz de fazer com outra?
    Esse e outros monstros têm q ser impedidos de fazer atos tão vis! Senti vontade de chorar quando vi as fotos, é terrível, q cena…

  19. 19 XIKÃO

    sem palavras,somente consigo sentir ódio de um ser maldito desses,espero que exista alguma energia dentro desse universo do fazer e pagar e esse filho da puta sofra muito antes de morrer assim como fez com o cão e em dobro se possivel…ser humano desprevel,um verme…e quem assistiu e a galeria tambem….

  20. 20 haddammann veron

    Um martelo, Um cachorro, e Uma criança faminta
    Lennon & Yoko
    Canalhas, podres, e assassinos, os completos responsáveis por nossa confusão psicológica.

    Quanta indignação …
    Um cão desvalido à vista de todos, morrendo à mingua.
    Um martelo suspenso, um prego, e ninguém notando.
    Nosso carro bonitaço, um molequim com frio, e a chuva caindo inclemente.

    Cruzem as três exposições.

    Vamos lá …

    Tanto faz um martelo, um cachorro, um menino … pra nós?
    Nossos corações não são afetados, a não ser que sejamos mandados por nossos tuteladores.
    Tá na nossa frente, esbarra, e esfrega na nossa cara, o(s) fato(s). Não estamos nem aí. Nossa atenção é nas nossas vaidades (reprimidas e manipuladas), nossa atenção está sobre nossos interesses e sobre vantagens.
    Somos “educados” socialmente por parasitas, que insuflam insanamente o nosso estado psicológico a só responder ao comando de um botão deles.
    “Que artista é esse?” Nos remexemos todos com desmesurada indignação. Mas …
    O que o artista nos mostrou?
    Ele mostrou-nos.
    Mostrou nossa desatenção, nosso descaso, nossa falta de reflexão. E, nossas respostas, DEPOIS, da exposição corroboram que: Qualquer que tentar nos mostrar a nós mesmos pagará caro.
    Essa é a cruel constatação.
    A exposição de Yoko Ono em Nova York só teve a atenção de John Lennon.
    (Falar nisso me comove, porque sei o que estamos vivendo – Sei o que um gurizinho me disse às duas da madrugada em Taubaté(SP). Vi de perto a dor das crianças de Kinshasa)
    Na exposição de Yoko estava a máxima lição da virtude, e da liberdade, do altruísmo, da consciência: Para fazermos alguma coisa temos primeiro que notar, e nos importar…
    E o que essa exposição do cachorro mostra é que não nos importamos, por descaso, por passarmos batidos: porque não afetou naquele instante nossa vida, estamos sempre “passeando”, “aéreos”, buscando a ilusão do mundinho formatadinho dos bonitinhos cheios de anjinhos e pastorezinhos e trocinhos tomando conta de nós … iludidos sempre a nos mostrarmos uns aos outros “gente feliz”.
    A realidade esfregada na nossa cara é outra.
    Assim é que:
    Aquele lá que disse (dúvidas à parte se foram procedimentos da Sabedoria dos anciões de nossa espécie) na cara dos seus semelhantes para tirá-los da escravidão do IMPÉRIO ROMANO: “Se quisermos ser uma nação de valor temos de nos importar”.
    E o que fizeram os covardes que estavam até bem juntinho dele?
    Danaram a criar fantasias pra poder suprimir seus arrependimentos e seus remorsos (de nos olharmos e nos enxergarmos como traidores de nós mesmos).
    Quando os parasitas vendo isso observaram que podiam ainda lucrar mais com a lastimável insanidade controlada por eles, não perderam tempo. Impuseram de vez a maior prostituição e velhacaria do mundo (é o que Mel Gibson genialmente mostra em seu filme sobre este assunto); a podridão que tá aí refestelada e multiplicando-se bizarramente como “coisa santa”, enquanto a Terra geme, grita; e nossa vista só vê degeneração.
    Isso explica como é que um garoto e uma garota ainda entra em covis de enganadores mesmo depois de Renato Russo largar o verbo sobre tudo isso na lata.
    A pulhice é tanta e tão bem feita, conhece tanto nossa fácil inclinação a qualquer torpeza por nossa fragilidade à vaidade, que depois que revirou direitinho o que a Legião Urbana cantou, os pulhas transformaram toda a contestação das letras em prol da grotesca enganação que Renato Russo tanto deplorou, ainda ficando um ar de podridão em torno … dele. É … (E os lacaiozinhos correm céleres a se doerem todos defendendo o que os escraviza, e concorrem pra esmagaçar o mundo)
    Antes de falar em meio ambiente, em bem-estar, em vida, vamos notar a Terra.
    Domingo (só domingo?) seria dia de cuidar dela; nosso bolso teria de cuidar dela; mas somos enganados e erguemos as pilastras do pulhismo; e nossos prédios não vêem a cor do nosso dinheiro, do nosso tempo, da nossa atenção.
    Nossa viver tá todo afetado por mentiras de insanos, que nos mantém no mais cruel cativeiro (dizendo que estamos em liberdade), mantendo-nos na mais horrenda enganação.
    Reflexão meus caros, se quiserem ver. Coragem, pra olhar e ver. Notar e mudar. Nós precisamos nos notar, sem os malditos tuteladores que nos espreitam pra nos ludibriar e enganar. Precisamos nos olhar. A Terra precisa de nós, e nós precisamos de nós mesmos.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss

  21. olá

    A Daisy me passou o link, e minha assinatura tá mais do que feita! e vou ajudar a divulgar.

    abs

  22. Às vezes tenho vergonha de ser…humano.

  23. 23 Du

    Fátima, fiquei muito feliz por sua divulgação aqui também! É como você mesma disse, talvez a petição on-line não surta efeito algum, mas é melhor do que não fazer nada, e também serve como conscientização, não é?
    Quando eu fiquei sabendo do ocorrido e o pior, que ainda poderia se repetir, fiquei com tanta raiva que chorei! Aquele vídeo mexeu muito comigo, ver o cãozinho todo machucado… Deus pai! 😦

    Beijos e obrigada!

  24. Oi, Fátima, minha ‘xará’ 🙂

    Acredita que o dito ‘artista’ afirmou que ‘reservava-se ao direito de escolher se o animal iria morrer ou não’.?

    😦

  25. 25 fatima

    Estou chocada com tal absurdo, gostaria que este tal artista, que pra mim não passa de um assassino. Fosse torturado e depois amarrado, ficasse sem agua e alimentaçao. e exposto pra tds.

  26. eu honestamente não compreendo esse tipo de atitude.
    se quer transformar a decadência em arte, escreve alguma coisa sobre isso.
    Mas deixar o pobre do cão pra morrer… imagino q se não fosse vira-lata, ninguém teria essa idéia. Nenhum pseudo artista burguês empaturrado de caviar desses. Se fosse um pittbull eu queria ver.

    A culpa não é só do já citado artista burguês comedor de caviar, mas da instituição que abriga a exposição e dos biltres filhos da puta que assistiram também.

    o abaixo assinado devia incluir todos eles.

  27. Já estou divulgando. Fico imaginando quem está à frente deste planeta. Tristeza total.
    Beijo.

  28. Isso sim é um ato animalesco!

    Uma besta quadrada dessas é que deveria ficar amarrado a pão e água. Não, melhor! Só com água.

    Hummmmm, que tal sem nenhum dos dois?