“Ciberjihad”: Universidade terrorista na internet

17mar08

Jihad 

Prá quem não sabe o que é ‘jihad’ (às vezes referida como Jahad, Jehad, Jihaad, Jiaad, Djihad, ou Cihad – Língua árabe: جهاد‎ gihād) é um conceito essencial da religião islâmica. Não guarda muita relação com o que dela se afirma (que trata-se de uma espécie de ‘guerra santa’, similar às Cruzadas), é antes  um esforço pessoal  de se buscar e conquistar a fé perfeita: quem segue a Jihad é conhecido como Mujahid.

No livro sagrado dos muçulmanos (o Alcorão), não há explicação sobre as duvas formas de Jihad, tal se retira das palavras de Maomé, para o qual  a “Jihad Maior”, significaria a luta do indivíduo consigo mesmo, pelo domínio da alma; enquanto a  “Jihad Menor” seria o esforço que os muçulmanos fazem para levar a mensagem do Islã aos que não têm ciência da mesma.

É neste último tipo de ‘Jihad’ que mora o problema: os fundamentalistas muçulmanos (assim como fazem os fundamentalistas de qualquer outra religião), querem converter os demais (infiéis) à força: é do ‘desvirtuamento’ do termo que surgem os ‘malucos de plantão’. Como aquele que morre na ‘Jihad’ supostamente ‘vai direto para o céu’, surgem toda sorte de malucos como, por exemplo, os  ‘homens-bomba’. Eles praticam o ‘terror’ contra nações não-muçulmanas sem medo algum, pois ao morrer, encontrariam 70 virgens no tal céu.

Mas o que teria me levado a ingressar no assunto? Simples:  O serviço secreto alemão detectou uma espécie de “universidade digital” na internet para candidatos a terroristas islâmicos. Pela internet, os “alunos” recebem instrução em assuntos como uso de armas, combate de guerrilhas, fabricação de bombas e comunicação conspirativa. As informações foram divulgadas neste domingo pelo ministro do Interior do Estado Federado da Baviera, Joachim Hermann, segundo dados do Escritório de Proteção da Constituição – os serviços secretos alemães para assuntos internos. Segundo dito ministro:

“A representatividade da guerra santa cibernética (‘ciberjihad’) está aumentando entre organizações islâmicas”

Parece que o treinamento online de supostos terroristas substitui em parte a visita a um campo de treinamento em zonas como no Afeganistão ou no Paquistão, controladas pela rede terrorista Al-Qaeda.

Para o ministro, este tipo de descoberta representa uma nova dimensão que torna mais difícil distinguir entre simpatizantes da Al-Qaeda ou terroristas em potencial.

Fonte: Globo on-line

Comentário: É assim mesmo: parece que todas as religiões começam com ‘paz e amor’ e terminam com ‘ódio aos infiéis’; não passam de ‘variações do mesmo tema sem sair do tom’.

Anúncios


3 Responses to ““Ciberjihad”: Universidade terrorista na internet”

  1. Diferente do que os malucos pregam em suas Madrasah’s, que acabaram por se tornar fábricas de terroristas, a jihad não é uma guerra declarada. É algo existencial, pois está escrito no Alcorão “Allah nada muda se o homem não mudar a si mesmo” (lamento pela paráfrase, não me lembro da citação textual).

    E, mesmo que o fosse, há regras claras e bem definidas para partir para uma guerra no Alcorão. É terminantemente vedado ferir mulheres e crianças. Guerras, só entre guerreiros.

    É proibido matar-se em prol de causar dano. Para os suicidas, não existe perdão: seu destino é o fogo do inferno.

    Religião + Ignorância = catástrofe social chamada “terrorismo”.

    A função do Terrorismo é aterrorizar – Vladmir Il’ch Lênin


  1. 1 Spammer condenado a 1,5 ano de prisão » Palavras Sussurradas
  2. 2 Maomé: caricaturas ainda como desculpa para a violência « Palavras Sussurradas