Harry Potter é uma droga?

05mar08

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Eu sempre achei que era (uma bela droga), mais um livro de fábula que a mim não acrescentou nada. Mas ao deparar-me com esta notícia, tive outra visão do conceito ‘droga’ aplicado a dito livro:

“Psicólogo afirma que Harry Potter é como uma droga”:

Londres – “Harry Potter é como uma droga, cria dependência e muitos fãs sofrem de sérios distúrbios de abstinência agora que não haverá mais um próximo livro do bruxo para se esperar com ansiedade”, disse o professor de psicologia Jeffrey Rudski, citado pela imprensa britânica.

Segundo os jornais britânicos, um em cada dez fãs de Harry Potter demonstra sintomas de abstinência, que chegam até a depressão e a perda de apetite, após lerem o sétimo e último volume da série.

Alguns dos 4 mil fãs de Harry Potter entrevistados passam até quatro horas por dia em atividades ligadas ao personagem (como jogos, sites, etc.). Um dos fãs entrevistados, frente à perspectiva de não poder ler outras aventuras de seu personagem preferido comentou:

“Sinto-me como se uma pessoa querida tivesse morrido”.

Cerca de 20% dos leitores de Harry Potter são “quase dependentes” observou Rudski, afirmando que “a dependência da droga não é diferente da dependência de Harry Potter”.

Fonte: Jornal da Mídia

Não que eu aprecie muito a Psicologia, mas a comparação é válida.;)

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5 Responses to “Harry Potter é uma droga?”

  1. Gosto dos livros do Harry Potter, contudo ainda não cheguei a esse ponto…

  2. Qualquer um que tenha lido A Ilha do Tesouro, As aventuras de Tom Sawyer, Oliver Twist, o Último dos Moicanos e tantos CLÁSSICOS literários infanto-juvenis (no tempo que não se tratava crianças como débeis mentais), acha Harry Boster algo digno a ser execreado em praça pública.

    Senhores ambientalistas: Pensem em quantas árvores foram mortas, a biomdiversiodade afetada, quantos produtos químicos foram usados etc para produzir este LIXO. 😡

  3. Esse livro para mim é uma imbecilidade sem tamanho, não existe nada mais eficaz paratransformar as mentes em ‘ervilhas’

  4. Consta que há outras drogas literárias no mercado, que atendem pela denominação geral de auto-ajuda.

    Além de criar dependência crônica, ainda é responsável por mudanças de hábitos lingüísticos. A coisa é chamada de neurolingüística. Antigamente era conhecido como condicionamento e isto leva aos leitores deste tipo de droga a terem o mesmo comportamento condicionado dos cachorrinhos do Pavlov.
    🙂

  5. Malditos EMOS…