A maior e mais velha história já contada

08fev08

2.1) O Deus Sol e as Constelações

Então cedo percebe o homem a importância do astro Sol, seria ele quem traria a segurança da luz do dia, afastando predadores, seria seu calor que propiciaria a vida na Terra, terminaram por deificá-lo também. Encontramos referências de adoração ao Deus-Sol em várias culturas, um dos mais notáveis exemplos de adoração ao astro (Sol), bem como ao satélite (Lua) é a cidade construída pelos astecas: ‘Teotihuacán’ (cujo nome significa ‘o lugar onde se fazem os deuses’); foi ela construída como templo de adoração e possui toda uma estrutura voltada à esta finalidade, incluindo duas pirâmides, a “Pirâmide do Sol” e a “Pirâmide da Lua”.

Pirâmides de Teotihuacán

O homem observou também as estrelas, e percebeu que isso lhe permitiria antever certos fenômenos, como a lua cheia, eclipses e luas-cheias. Separaram-nas em grupos celestiais que hoje conhecemos por ‘Constelações’.

As constelações clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior

O homem passou a ‘personificar’ (antroporformizar e zooformizar) as Constelações, como pessoas e animais, e não só elas, como também o Sol, à semelhança de um deus ‘todo-poderoso’.

Antropoformismos

Para fins de ilustração, usa o filme a ‘Cruz do Zodíaco’.

A cruz do zod�aco

É uma das imagens mais antigas da humanidade, que representa o trajeto do Sol através das doze maiores constelações no decorrer do período de um ano, em como os doze meses do ano, as estações, os solstícios e equinócios. Esta antropoformização do Sol e das estrelas nada mais era do que uma deificação de algo para o qual o homem não tinha explicação. Nesta deificação, ganhou o Sol alcunhas como “Filho de Deus”, “Luz do Mundo” e “Salvador da Humanidade”. E as Constelações representariam lugares de viagem para o filho de deus, tendo sido nomeadas e representadas por elementos da natureza que aconteciam nestes períodos de tempo.

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5 Responses to “A maior e mais velha história já contada”

  1. Compartilho da idéia de manipulação de massas. Compartilho dos plágios. Compartilho da necessidade de purificação proposta pelas “religiões”. Compartilho com a busaca da verdade como autoridade e não da autoridade como verdade. Compartilho do fenômeno astro-teológico. Entretanto, como psicanalista, além de teólogo, compartilho da necessidade de zelo e responsabilidade na exposição das verdades, pois o choque abrupto entre crenças pode provocar uma ondo de surtos e despersonalização abrupta.

    Pior que manter o plágio como verdade é usar da verdade como instrumento de despersonalização, ainda que este uso seja desprovido de dolo, ou seja, fazê-lo com a intenção de prejudicar outrem.

    No mais, congratulo-os pela coragem deste inusitado debate.

    Abraço,
    Chafic Jbeili
    Mestre da Ordem de Hórus
    http://www.ordemdehorus.v10.com.br

  2. Obrigado por comentar no meu blog. Já havia visitado o seu e comentado, semanas atrás.

    A idéia do meu post foi transcrevê-lo, para quem prefere ler ao invés de assistir, devido a isso estou tomando o cuidado pra ilustrar bem o post com cenas do filme, as cenas básicas já postei, mais tarde farei revisões pra ver se há necessidade de colocar mais.

    Abraços.

  3. Ih….

    Parece que alguém ficou ofendido. Não foi, realmente esta a intenção. Estava num paradoxo:

    a) se não cito a fonte, poderia ser acusada de desonestidade, ao não permitir que a pessoa se defendesse,

    b) se cito, a pessoa se sente ofendida.

    E então? Optei pela última.

    Mãs……meus argumentos sobre a beleza/valor das mensagens deixadas pelo Cristo-Jesus não foram rebatidas, foram?

    Abraços!
    😉


  1. 1 Zeitgeist 3 (e último) « perspectivas